terça-feira, 17 de dezembro de 2013

AS SEIS CHAVES DA FELICIDADE CONJUGAL

Maturidade
A primeira chave que garante a felicidade no casamento é a maturidade. No campo emocional esta chave poderá ser melhor definida como altruísmo. Os bebês e as crianças são egoístas - por isso referimo-nos a eles como imaturos. Quando uma criança tem um acesso de raiva em um supermercado, atirando-se ao chão, gritando e batendo os pés, porque não pode fazer o que quer, revela seu egoísmo e imaturidade.
Se a mesma criança não for disciplinada adequadamente, chegará à idade de casar-se tão imatura que irá querer tudo a seu modo, praticamente em todas as situações. Tal atitude, muito sutil e difícil de ser reconhecida pela pessoa imatura, é desastrosa para o casamento.
O período de ajustamento no matrimônio, considerado geralmente como os três primeiros anos, produzirá, naturalmente, conflitos de interesse. Nos primeiros vinte e poucos anos de vida, as pessoas funcionam como engrenagens independentes. Tomam decisões puramente na base do que querem ou do que é bom para elas. Após o casamento, dois indivíduos independentes devem aprender a viver juntos. Uma vez que ambos são objetos móveis, e todo movimento causa atrito, haverá, inevitavelmente, atritos, agora que estão aprendendo a se movimentar juntos como uma unidade.
Essa fricção é ilustrada pela antiga transmissão de um carro. Enquanto ele estiver com o motor parado, você pode mover a alavanca do câmbio, movimentar as diversas engrenagens sem problemas. Uma vez em movimento, é um caso bem diferente. Não é difícil ouvir essas engrenagens em movimento "arranhar", quando a marcha é mudada, no esforço para aumentar a velocidade. Os fabricantes de automóveis resolveram esse problema há poucos anos, instalando a engrenagem sincronizada. Essa engrenagem possibilitou unir duas ou mais engrenagens em movimento, ao mesmo tempo, sem "arranhar".
A engrenagem sincronizada no casamento, é o altruísmo. Se duas pessoas maturas se unem pelos laços do casamento, seu espírito de despreendimento fará com que se ajustem com muita facilidade. Se são imaturas e egoístas, seus primeiros anos de casamento serão repletos de "arranhados barulhentos".
O casamento consiste de uma série de ações e reações motivada pelo nosso consciente e subconsciente. Quanto mais ativa for a pessoa, mais áreas de conflito em potencial podem ser esperadas. O conflito, porém, não precisa ser inevitável. De fato, alguns psicólogos acreditam que os conflitos são normais e podem dar ao casamento uma força criativa. O Dr. Alfred B. Messer, na Convenção Americana de Psiquiatria, em outubro de 1966, disse: "Uma animada rusga é boa para a maioria dos casamentos. . . Discussões são inevitáveis num casamento, e provavelmente oferecem uma das melhores formas de resolver problemas delicados. Quando a maior parte das frustrações já foi contada ou descarregada, de alguma maneira sofredora, a luta pode terminar. Aqueles casamentos que existem sem qualquer tipo de briga, geralmente são frios ou inflexíveis, nos quais outros aspectos do relacionamento são comprometidos, a fim de ser mantida a fachada de "paz e harmonia".
Ainda que alguns conflitos sejam inevitáveis entre dois seres humanos normais, a briga não é necessariamente a resposta. Pela graça de Deus, duas pessoas maturas podem encarar suas áreas de conflito, discuti-las e resolvê-las pela obediência aos ensinos da Palavra de Deus.
Não caia no hábito de esconder seus problemas sob o tapete. Encare-os e resolva-os no ESPIRITO. Na realidade, não há nada errado em marido e mulher terem um conflito de interesses. Na verdade, cada caso é um teste de maturidade. O cônjuge que exigir "seu próprio caminho", estará enveredando para uma colisão que trará muita infelicidade para ambos.
(CASADOS... MAS FELIZES - TIM LaHAYE)

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